DETECÇÃO MOLECULAR DO MYCOBACTERIUM TUBERCULOSIS


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Mycobacterium tuberculosis (MTB) é o agente causador de uma grave doença respiratória, a tuberculose. Atualmente esta doença cresce significativamente devido à ocorrência de cepas multirresistentes, ao aumento no número de pacientes imunodeficientes e as maiores taxas de migração da população. A infecção pela MTB ocorre principalmente nos pulmões e pode ser detectada em amostras de escarro, lavado broncoalveolar e biópsias do pulmão. Infecções também podem aparecer em locais atípicos causando meningite basilar, tuberculose gangliforme, infecções urogenitais, infecções nas articulações e infecções nos olhos. Os testes clássicos designados para o diagnóstico da tuberculose são baseados na coloração acidófila do MTB e microscopias, acompanhadas por uma cultura para confirmação. Estes métodos tradicionais além de requererem bastante tempo (a cultura, por exemplo, necessita de 2 a 4 semanas), possuem uma baixa sensibilidade. Portanto, as metodologias baseadas em PCR, que são rápidas e sensíveis, gradativamente tem se tornado procedimentos preferenciais para o diagnóstico da tuberculose. Estes métodos são capazes de registrar pequenas quantidades de patógeno em ampla diversidade de material clínico. O resultado positivo do exame de detecção de Mycobacterium tuberculosis por PCR deve ser considerado apenas como prova da doença. A detecção pelo método molecular pode ser negativa em casos de localização extrapulmonar, estado latente do portador ou devido à amostra clínica inadequada.

Este teste é capaz de detectar o DNA do complexo Mycobacterium tuberculosis a partir de amostras frescas de origem respiratória. Para amostras em que se detecta o Mycobacterium tuberculosis, é realizado também o teste de resistência à rifampicina. O teste avalia mutações no gene rpoB do complexo Mycobacterium tuberculosis associadas à resistência a esta droga. A resistência à rifampicina raramente ocorre isoladamente, portanto é um indicador que agrega maior peso à resistência aos outros fármacos anti-tuberculose, indicando a necessidade de testes de sensibilidade completos aos outros agentes, incluindo os fármacos de segunda linha. O resultado deste teste deve ser interpretado em conjunto com outros dados clínicos cabendo ao médico a tomada das decisões terapêuticas do paciente.
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Mycobacterium tuberculosis (MTB) é o agente causador de uma grave doença respiratória, a tuberculose. Atualmente esta doença cresce significativamente devido à ocorrência de cepas multirresistentes, ao aumento no número de pacientes imunodeficientes e as maiores taxas de migração da população. A infecção pela MTB ocorre principalmente nos pulmões e pode ser detectada em amostras de escarro, lavado broncoalveolar e biópsias do pulmão. Infecções também podem aparecer em locais atípicos causando meningite basilar, tuberculose gangliforme, infecções urogenitais, infecções nas articulações e infecções nos olhos. Os testes clássicos designados para o diagnóstico da tuberculose são baseados na coloração acidófila do MTB e microscopias, acompanhadas por uma cultura para confirmação. Estes métodos tradicionais além de requererem bastante tempo (a cultura, por exemplo, necessita de 2 a 4 semanas), possuem uma baixa sensibilidade. Portanto, as metodologias baseadas em PCR, que são rápidas e sensíveis, gradativamente tem se tornado procedimentos preferenciais para o diagnóstico da tuberculose. Estes métodos são capazes de registrar pequenas quantidades de patógeno em ampla diversidade de material clínico. O resultado positivo do exame de detecção de Mycobacterium tuberculosis por PCR deve ser considerado apenas como prova da doença. A detecção pelo método molecular pode ser negativa em casos de localização extrapulmonar, estado latente do portador ou devido à amostra clínica inadequada.

Este teste é capaz de detectar o DNA do complexo Mycobacterium tuberculosis a partir de amostras frescas de origem respiratória. Para amostras em que se detecta o Mycobacterium tuberculosis, é realizado também o teste de resistência à rifampicina. O teste avalia mutações no gene rpoB do complexo Mycobacterium tuberculosis associadas à resistência a esta droga. A resistência à rifampicina raramente ocorre isoladamente, portanto é um indicador que agrega maior peso à resistência aos outros fármacos anti-tuberculose, indicando a necessidade de testes de sensibilidade completos aos outros agentes, incluindo os fármacos de segunda linha. O resultado deste teste deve ser interpretado em conjunto com outros dados clínicos cabendo ao médico a tomada das decisões terapêuticas do paciente.

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